Sim eu sei;
Sou culpado;
Sou cruel.
Sempre fui ausente,
Como quem nada sente
Nunca estive presente,
Sequer com um simples presente,
Muito menos consolando-te o coração carente.
Não arrisquei,
Não joguei,
Contigo não pequei.
Mas, fiquei,
Fiquei parado,
Por minha timidez, intimidado.
Ainda que encantado,
Temi ter o coração dilacerado.
E permaneci ausente...
E permanecerei ausente,
Quem sabe,
Pois permanecendo calado...
Parado...
Um dia terás partido,
E eu, ...
Talvez morrido.
José Antonio S. Ramalho (Tonni)
sexta-feira, 30 de abril de 2010
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