Qual o teu motivo amigo?
Por que te deténs, te recusas, te negas a amar?
Se há neste sentimento tão grandiosa beleza,
Por que o temes tal maneira?
E te cerras,
E sozinho ficas,
E só desejas,
Desejas, e não amas.
E quem sabe, te amam e não te deixas ser amado.
Que medo é esse que tens?
Até quando estarás fechado, oprimido, enclausurado?
Onde foi?
Ou com quem foi que deixaste a chave
Que te pode abrir,
Coração cerrado.
José Antonio S. Ramalho (Tonni)
sábado, 7 de agosto de 2010
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